Até 2030, a estimativa é que 10% da energia produzida no Brasil seja solar, aquela produzida através de placas fotovoltaicas. E a construção civil será fundamental nesse processo de sustentabilidade. Grande parte da energia limpa virá do alto de edifícios, dos telhados de casas, de prédios comerciais, de indústrias, shoppings e estacionamentos. Essas construções funcionarão como edificações-usinas, uma prática pra lá de sustentável, de Norte a Sul do país, cada vez mais o compromisso com o meio ambiente ganha espaço na hora de começar uma obra. É o que se costuma chamar de projeto inteligente. Não necessariamente precisa ser algo sofisticado. Pode ser uma janela bem posicionada, que garanta maior entrada de luz e ventilação. É o edifício híbrido, com apartamentos residenciais e salas de coworking, reduzindo deslocamentos dos moradores. Ou até mesmo a reutilização de pneus no recobrimento asfáltico.

A indústria da construção vem investido em tecnologia para oferecer às empreiteiras materiais com longa vida útil, menos poluentes e gerando menos resíduos. Por sua vez, durante a obra, arquitetos e engenheiros põem de pé boas práticas como telhados verdes, inclusão de energias renováveis e uso de isolantes térmicos. Posturas que fazem bem ao meio ambiente e trazem conforto aos clientes, cada vez mais exigentes e comprometidos com um futuro sustentável.

A expansão da geração fotovoltaica, por exemplo, vai fazer com que as edificações deixem de ser simplesmente consumidoras de energia. A ideia é que elas se transformem em geradoras de eletricidade. O aprimoramento das tecnologias e a queda nos custos nos próximos anos devem fazer com o que o Brasil consiga expandir o uso. A demanda é crescente no país, tem avançado em média 300% ao ano desde 2015, conforme estimativa da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a energia solar térmica, utilizada em sistemas de aquecimento de água, também é perfeitamente viável e tem alta adesão sempre que o balanço de disponibilidade de áreas para captação da energia (local para a instalação das placas) se equilibra com a demanda por água quente e a disponibilidade de insolação.

Hoje, o termo sustentabilidade deve ser visto de uma forma mais ampla, porém associado a desempenho e inovação tecnológica,mas nem só de novidades e alta tecnologia se alimenta o setor da construção civil.
É preciso mudar os hábitos, diminuir o impacto para garantir um futuro melhor para todos, afinal de contas, a população do planeta já ultrapassou os 7,5 bilhões de pessoas.

O Brasil está na quarta posição em volume de projetos no ranking mundial de construções sustentáveis, há um numero grande de pessoas que viajam para fora do país buscando novas tecnologias, Um projeto sustentável médio poderá reduzir em 40% o uso de água, 35% em CO2 e 65% em desperdício. A tecnologia e a sustentabilidade devem caminhar de mãos dadas porque os prédios que estão sendo erguidos hoje terão que ser adaptáveis às novidades no setor daqui a 50 anos. “A sustentabilidade não pode ser só para bonitinho, cada vez mais tem que ter impacto no bolso, no sentido de pagar um valor menor de condomínio porque parte da energia será gerada no local, assim como a água, que pode ser de reuso”.

A BSER Engenharia também se preocupa com a sustentabilidade, por isso sempre tentamos fazer nossos projetos voltados para isso, entre em contato para saber um pouco mais clicando aqui.